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03/10/2011

03/10/2011 - Setembro termina com superávit de US$ 3,074 bilhões



Brasília (3 de outubro) – O mês de setembro registrou superavit na balança comercial brasileira de US$ 3,074 bilhões, com média diária de US$ 146,4 milhões. A média do saldo no mês foi 185,2% superior a de setembro do ano passado (US$ 51,3 milhões) e 13,1% menor que a de agosto deste ano (US$ 168,4 milhões).

A corrente de comércio no mês (soma das exportações e importações) alcançou US$ 43,498 bilhões, com média de US$ 2,071 bilhões, sendo esta 18,9% maior que a do mês de setembro de 2010 (US$ 1,742 bilhão) e 1,7% menor que a do mês de agosto de 2011 (US$ 2,106 bilhões).

Nos 21 dias úteis de setembro, as exportações brasileiras foram de US$ 23,286 bilhões, com média diária de US$ 1,108 bilhão. Por esse comparativo, a média diária das vendas externas foi 23,6% superior a de setembro de 2010 (US$ 896,8 milhões) e 2,5% menor que a de agosto deste ano (US$ 1,137 bilhão). 

As importações mensais chegaram a US$ 20,212 bilhões e registraram média diária de US$ 962,5 milhões. Houve aumento de 13,8% na comparação com a média de setembro do ano passado (US$ 845,5 milhões). Em relação à média de agosto de 2011 (US$ 968,9 milhões), as importações diminuíram 0,7%.

Semana

As exportações, na quinta semana de setembro, com cinco dias úteis (26 a 30), foram de US$ 5,389 bilhões, com média diária de US$ 1,077 bilhão. As importações, no período, foram de US$ 4,263 bilhões, com resultado médio diário de US$ 852,6 milhões. Com isto, a balança comercial semanal registrou saldo positivo de US$ 1,126 bilhão, com média diária de US$ 225,2 milhões. A corrente de comércio totalizou US$ 9,652 bilhões, com média de US$ 1,930 bilhão por dia útil.

Ano

De janeiro a setembro deste ano (189 dias úteis), as vendas ao exterior somaram US$ 190,000 bilhões (média diária de US$ 1,005 bilhão). Na comparação com a média diária do mesmo período de 2010 (US$ 770,9 milhões), as exportações cresceram 30,4%. As importações foram de US$ 166,966 bilhões, com média diária de US$ 883,4 milhões. O valor está 25,6% acima da média registrada no mesmo período de 2010 (US$ 703,4 milhões).

No acumulado do ano, o saldo positivo da balança comercial já chega a US$ 23,034 bilhões, com o resultado médio diário de US$ 121,9 milhões. No mesmo período de 2010, o superávit era de US$ 12,695 bilhões, com média de US$ 67,5 milhões. Pela média, houve aumento de 80,5% no comparativo entre os dois períodos. A corrente de comércio soma, em 2011, US$ 356,966 bilhões, com média diária de US$ 1,888 bilhão. O valor é 28,1% maior que a média aferida no mesmo período no ano passado (US$ 1,474 bilhão).

Às 15h30, haverá entrevista coletiva para comentar os resultados mensais no auditório do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Acesse os dados da balança comercial de setembro

Às 15h30, haverá entrevista coletiva para comentar os resultados mensais no auditório do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). 

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03/10/2011

03/10/2011 - Secex lança manual sobre o Programa de Financiamento às Exportações (Proex)



Brasília (27 de setembro) – A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) lançou o Manual sobre o Programa de Financiamento às Exportações (Proex), que é um dos principais instrumentos do governo federal disponíveis para o financiamento às exportações brasileiras de bens e serviços de micro e pequenas empresas.

O manual informa sobre os aspectos mais importantes do programa, os produtos elegíveis e os prazos de financiamento, além de apresentar um passo a passo para a realização das operações. As orientações foram um dos temas tratados na última reunião do membros do Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações (Cofig).
 
O Proex concede financiamento direto ao exportador brasileiro, que recebe o valor da exportação à vista, o que permite ao importador ter prazo para o pagamento da transação. O Banco do Brasil é o agente financeiro do programa que atende empresas exportadoras com faturamento bruto anual de até R$ 600 milhões.
 
Com exceção das commodities, diversos bens estão contemplados entre os itens elegíveis do Proex, abrangendo quase todo o restante da pauta de exportações. Diferentes serviços também podem ser apoiados pelo programa, como, por exemplo, serviços de manutenção e reparação de máquinas e equipamentos, contabilidade, consultoria e serviços jurídicos.
 
O Proex permite maior rapidez na aprovação do financiamento pelo Banco do Brasil, sendo que não há limite mínimo de valor ou de quantidade de mercadoria por operação ou embarque. A eventual desistência de operação aprovada no Proex também não gera ônus para o exportador. Além disto, as exportações de bens podem ser negociadas em qualquer condição de venda (Incoterm) praticada no comércio internacional.
 
Para saber mais sobre o Proex, basta procurar uma agência do Banco do Brasil e, para obter informações mais detalhadas, é indicado entrar em contato com uma das 18 Gerências Regionais de Apoio ao Comércio Exterior do Banco do Brasil (Gecex). Os endereços e telefones de contatos estão disponíveis no manual. 
 
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03/10/2011

03/10/2011 - Brasil exportou US$ 5,121 bilhões na quarta semana de setembro



Brasília (26 de setembro) – As exportações, na quarta semana de setembro, com cinco dias úteis (19 a 25), foram de US$ 5,121 bilhões, com média diária de US$ 1,024 bilhão. A média é 11,9% inferior a que foi registrada até a terceira semana do mês (US$ 1,162 bilhão).

Neste comparativo, houve redução nas vendas de produtos semimanufaturados (-18,2%), com maiores quedas no açúcar em bruto, celulose, semimanufaturados de ferro/aço e óleo de soja em bruto. Entre os básicos (-15,1%), as principais retrações foram em minério de ferro, petróleo em bruto, soja em grão, carne de frango e suína, fumo em folhas, milho em grãos e minério de cobre. Para os manufaturados (-5,4%), os produtos que mais baixaram foram automóveis de passageiros, autopeças, açúcar refinado, aparelhos para terraplanagem, polímeros plásticos, veículos de carga e tratores.

As importações, na quarta semana de setembro, foram de US$ 5,705 bilhões, com resultado médio diário de US$ 1,141 bilhão. Houve aumento de 22,5% sobre a média registrada até a terceira semana (US$ 931,3 milhões), com crescimento nos gastos de combustíveis e lubrificantes; equipamentos mecânicos; automóveis e partes; químicos orgânicos e inorgânicos; adubos e fertilizantes; farmacêuticos; e plásticos e obras. 

Com isto, a balança comercial semanal registrou déficit de US$ 584 milhões, com média diária negativa de US$ 116,8 milhões. A corrente de comércio (soma das exportações e importações) totalizou US$ 10,826 bilhões, com média de US$ 2,165 bilhões por dia útil.

Mês

Nos 16 dias úteis de setembro, as exportações somaram US$ 17,897 bilhões, com média diária de US$ 1,118 bilhão. O resultado das vendas externas foi 24,7% superior na comparação com a média de setembro de 2010 (US$ 896,8 milhões) em razão do crescimento das exportações nas três categorias de produtos.

Neste comparativo, os semimanufaturados (34,8%) com maior aumento foram óleo de soja em bruto; semimanufaturados de ferro e aço; ouro em forma semimanufaturada; couros e peles; açúcar em bruto e celulose. Entre os básicos (31,7%), os embarques que se destacaram foram de soja em grão, milho em grão, café em grão, fumo em folhas, petróleo em bruto, minério de ferro e carne de frango. Polímeros plásticos; máquinas e aparelhos de terraplanagem; tratores; partes de motores para veículos; autopeças e veículos de carga tiveram os maiores crescimentos entre os manufaturados (11,7%).

Já em relação à média diária de agosto deste ano (US$ 1,137 bilhão), as exportações tiveram redução de 1,7%, com baixa nas vendas de produtos semimanufaturados (-8,1%) e manufaturados (-2,2%), enquanto que os produtos básicos apresentaram crescimento de 0,6%.

As importações do período chegaram a US$ 15,949 bilhões e registraram média diária de US$ 996,8 milhões. Houve aumento de 17,9% na comparação com a média de setembro do ano passado (US$ 845,5 milhões), com elevação de gastos, principalmente, de adubos e fertilizantes (98,4%); combustíveis e lubrificantes (45%); cereais e produtos de moagem (41,7%); plásticos e obras (18,2%); químicos orgânicos e inorgânicos (17,6%); borracha e obras (14,5%); veículos automóveis e partes (11,4%); e aparelhos eletroeletrônicos (11,2%).

Em relação à média de agosto de 2011 (US$ 845,5 milhões), as importações aumentaram 2,9%, sendo os principais produtos: cereais e produtos de moagem (35,2%); combustíveis e lubrificantes (19,5%); produtos farmacêuticos (8,9%); aeronaves e peças (7,4%); e químicos orgânicos e inorgânicos (4,8%).

O saldo comercial de setembro está superavitário em US$ 1,948 bilhão (média diária de US$ 121,8 milhões). A média diária do saldo no mês está 137,2% superior a de setembro do ano passado (US$ 51,3 milhões) e 27,7% menor que a de agosto deste ano (US$ 168,4 milhões).

A corrente de comércio do mês alcançou US$ 33,846 bilhões (resultado diário de US$ 2,115 bilhões). Pela média, houve aumento de 21,4% no comparativo com setembro do ano passado (US$ 1,742 bilhão) e alta de 0,4% na relação com agosto último (US$ 2,106 bilhões).

Ano

De janeiro à quarta semana de setembro deste ano (184 dias úteis), as vendas ao exterior somaram US$ 184,611 bilhões (média diária de US$ 1,003 milhão). Na comparação com a média diária do mesmo período de 2010 (US$ 770,4 milhões), as exportações cresceram 30,2%. As importações foram de US$ 162,703 bilhões, com média diária de US$ 884,3 milhões. O valor está 26,2% acima da média registrada no mesmo período de 2010 (US$ 700,7 milhões).

No acumulado do ano, o saldo positivo da balança comercial já chega a US$ 21,908 bilhões, com o resultado médio diário de US$ 119,1 milhões. No mesmo período de 2010, o superávit era de US$ 12,827 bilhões, com média de US$ 69,7 milhões. Pela média, houve aumento de 70,8% no comparativo entre os dois períodos. A corrente de comércio soma, em 2011, US$ 347,314 bilhões, com média diária de US$ 1,887 bilhão. O valor é 28,3% maior que a média aferida no mesmo período no ano passado (US$ 1,471 bilhão).

Acesse os dados da balança comercial do período

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03/10/2011

03/10/2011 - Exportações de cooperativas atingem aumento recorde de 32%



Brasília (23 de setembro) - Nos primeiros oito meses de 2011, as exportações de cooperativas apresentaram crescimento de 32% sobre igual período de 2010, alcançando um total de US$ 3,89 bilhões. Considerando a série histórica, iniciada em 2005, este foi o maior resultado alcançado para o período em análise. Em relação à participação na pauta, considerando os oito primeiros meses do ano, as exportações das cooperativas passaram de 1,9%, em 2005, para o patamar de 2,3% em 2011. O saldo positivo (diferença de exportações e importações) chegou a US$ 3,677 bilhões de janeiro a agosto de 2011, outro resultado recorde para o período, superando em 31,9% o de 2010, quando atingiu US$ 2,787 bilhões. Em relação à corrente de comércio (soma das exportações e importações), o período de janeiro a agosto deste ano também foi o que apresentou o melhor resultado da série, US$ 4,120 bilhões. Uma expansão de 32,1%, em relação ao mesmo período de 2010.

Exportações
Entre os principais produtos exportados pelas cooperativas destacam-se os do agronegócio: açúcar refinado (com vendas de US$ 699 milhões, representando 17,9% do total exportado pelas cooperativas); soja em grãos (US$ 513,4 milhões, 13,2%); açúcar em bruto (US$ 480,1 milhões, 12,3%); e café em grãos (US$ 457,0 milhões, 11,7%).

No período comparativo em análise, entre os principais produtos exportados, houve crescimento significativo nos seguintes itens: trigo (525,4%, de US$ 38,6 milhões para US$ 241,5 milhões); café em grão (133,1%, de US$ 196 milhões para US$ 457 milhões); e etanol (55,7%, de US$ 170,1 milhões para US$ 264,8 milhões); além de arroz semibranqueado, não parboilizado, polido ou brunido (4.453,8%, de US$ 141,7 mil para US$ 6,4 milhões); e outros feijões comuns, secos, em grãos (1.596,6%, de US$ 341 mil para US$ 5,8 milhões).

Em relação aos mercados de destino, as vendas externas das cooperativas alcançaram, no período de janeiro a agosto de 2011, 128 países. Em igual período de 2010, este número foi de 129 países. Por conta de sua participação no total das vendas do setor, merecem destaque os seguintes destinos: China (vendas de US$ 476,5 milhões, representando 12,2% do total); Emirados Árabes (US$ 389,9 milhões, 10%); Alemanha (US$ 353,5 milhões, 9,1%); Estados Unidos (US$ 281,3 milhões, 7,2%); e Países Baixos (US$ 199,8 milhões, 5,1%).

Nos primeiros oito meses de 2011, das 27 Unidades da Federação, 20 realizaram exportações por meio de cooperativas, três a mais que em igual período de 2010. O Paraná foi o estado com maior valor de exportações, US$ 1,331 bilhões, 34,2% do total das exportações deste segmento. Em seguida ficaram São Paulo (US$ 1,311 milhões, 33,7%); Minas Gerais (US$ 476,7 milhões, 12,2%); Rio Grande do Sul (US$ 292,1 milhões, 7,5%); e Santa Catarina (US$ 182,1 milhões, 4,7%).

Nos oito primeiros meses de 2011, 168 empresas cooperativas realizaram exportações: seis exportaram valores acima de US$ 100 milhões; três exportaram valores entre US$ 50 e 100 milhões; 31 exportaram entre US$ 10 e 50 milhões; 17, entre US$ 5 e 10 milhões; 48, entre 1 e 5 milhões; e 63 empresas efetuaram vendas externas abaixo de US$ 1 milhão.

Importações
Nas importações, também houve expansão de 33,8% nas compras externas efetuadas por cooperativas de janeiro a agosto deste ano, se comparadas ao mesmo período do ano passado, passando de US$ 165,6 milhões para US$ 221,6 milhões. Sob a ótica das importações, a participação na pauta é 0,3%. Entre os principais produtos importados pelas cooperativas nos primeiros oito meses de 2011, destacam-se os seguintes: cloretos de potássio (com compras de US$ 39,5 milhões, representando 17,8% do total importado pelas cooperativas); cevada cervejeira (US$ 23,8 milhões, 10,7%); malte não torrado (US$ 17,7 milhões, 8,0%); e diidrogeno-ortofosfato de amônio (US$ 17,2 milhões, 7,7%).

No período em análise, entre os principais produtos importados, houve crescimentos significativos nos seguintes itens: feijões comuns, secos, em grãos (1.383,0%, de US$ 153,6 mil para US$ 2,3 milhões); máquinas para fiação de matérias têxteis (731,8%, de US$ 966,4 mil para US$ 8 milhões); óleo de girassol (+352,2%, de US$ 236 mil para US$ 1,1 milhão); diidrogeno-ortofosfato de amônio (314,8%, de US$ 4,1 milhões para US$ 17,2 milhões).

As compras externas das cooperativas foram originárias, no período de janeiro a agosto de 2011, de 43 países. Em igual período de 2010, foram 42 países de origem. Por conta de sua participação no total das compras do setor, merecem destaque: Argentina (compras de US$ 38,9 milhões, representando 17,5% do total); Alemanha (US$ 36,5 milhões, 16,5%); Rússia (US$ 19,0 milhões, 8,6%); e Estados Unidos (US$ 16,0 milhões, 7,2%).

De janeiro a agosto de 2011, das 27 Unidades da Federação , 13 realizaram importações por meio de cooperativas, uma a menos que em 2010.

O Paraná foi o estado com maior valor de importações via cooperativas, US$ 101,8 milhões, representando 45,9% do total das importações deste segmento. Em seguida aparecem: Santa Catarina (US$ 38,6 milhões, 17,4%); São Paulo (US$ 35,1 milhões, 15,8%); e Goiás (US$ 15,7 milhões, 7,1%).

O Mato Grosso do Sul foi o estado que apresentou o maior crescimento no período comparativo (5.022,2%, de US$ 88,3 mil para US$ 4,5 milhões), seguido por: Espírito Santo (532,7%, de US$ 8,4 mil para US$ 53,3 mil); Mato Grosso (254,9%, de US$ 2,1 milhões para US$ 7,4 milhões); e Bahia (228,0%, de US$ 166,1 mil para US$ 544,7 mil).

No período, 118 cooperativas realizaram importações: seis importaram valores na faixa entre US$ 10 e 50 milhões; seis importaram valores na faixa entre US$ 5 e 10 milhões; dezessete entre US$ 1 e 5 milhões; e oitenta e nove cooperativas realizaram compras externas abaixo de US$ 1 milhão. Cabe ressaltar que a maioria das cooperativas importadoras tem suas atividades relacionadas com o setor agropecuário, tendo importado insumos agrícolas (fertilizantes, ração, entre outros insumos).

» Confira os dados completos da Balança Comercial Brasileira – Cooperativas, referentes ao mês de agosto/2011


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03/10/2011

03/10/2011 - Inscrições para o Seminário de Operações de Comércio Exterior estão abertas



Brasília (22 de setembro) - A sétima edição 2011 do Seminário de Operações de Comércio Exterior será realizada nos dias 3 e 4 de outubro no auditório da Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (APEX-Brasil), em Brasília. Pela primeira vez o seminário será realizado em dois dias. Os participantes poderão, também, contar com atendimento específico dos técnicos do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDIC) para sanar dúvidas ligadas aos temas da pasta.

Os temas das palestras serão Cotas - Informações Gerais; Licenças de Importação - Sistemática para aprovação de Licenças de Importação de máquinas e equipamentos novos e usados; Drawback Integrado nas Modalidades Suspensão e Isenção; e Novoex - Siscomex Exportação Web - Módulo Comercial.

"O objetivo dos eventos é se aproximar dos usuários e prestar o auxílio necessário para facilitar o trabalho dos operadores de comércio exterior", explica a secretária de Comércio Exterior, Tatiana Lacerda Prazeres.

Promovidos pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) em parceria com a APEX-Brasil os seminários são gratuitos e abertos a todos os interessados. Para participar, os candidatos devem preencher o formulário disponível neste link e enviar para o e-mail seminário.com.ext@mdic.gov.br.

» Confira a programação do Seminário de Operações de Comércio Exterior

Serviço
Local: Auditório da APEX-Brasil, SBN Quadra 02, Lote 11, Brasília-DF
Data: 03 e 04 de outubro
Horário: 9h às 12h -14h às 16h
E-mail para inscrições: seminário.com.ext@mdic.gov.br


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03/10/2011

03/10/2011 - MDIC promove segunda etapa do Seminário de Comércio Exterior para Jornalistas



Brasília (20 de setembro) - O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) promove, na próxima segunda-feira (26 de setembro), a segunda etapa do 1º Seminário de Comércio Exterior para Jornalistas, que teve sua primeira parte realizada no dia 12 de setembro. Para este segundo encontro, estão programadas uma palestra e uma oficina.

A partir das 9h15, a assessora especial da Câmara de Comércio Exterior (Camex), Lúcia Helena Monteiro de Souza, explica os mecanismos de financiamento às exportações brasileiras. Em seguida, o diretor do Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior (Depla), Roberto Dantas, realiza uma oficina sobre o AliceWeb2, sistema público que permite pesquisas detalhadas sobre os dados da balança comercial brasileira. Para melhor aproveitamento das informações fornecidas durante a oficina recomenda-se que os participantes tragam notebooks com acesso à internet.

O objetivo do seminário é fornecer informações que facilitem o trabalho dos jornalistas diante da crescente demanda por assuntos relacionados ao comércio exterior brasileiro. O MDIC informa que não se trata de uma coletiva de imprensa e solicita aos participantes que não publiquem as informações recebidas.

Quem não participou da primeira parte pode se inscrever. Os interessados devem preencher o formulário disponível neste link e enviá-lo para o email ascom@mdic.gov.br. As inscrições são gratuitas. A confirmação será feita de acordo com a ordem de chegada dos formulários. O MDIC não arcará com nenhum tipo de custo relativo ao deslocamento e à participação dos inscritos.

Os participantes da primeira parte do seminário, realizada no dia 12 de setembro, não precisam refazer a inscrição. Basta confirmar presença através do e-mail ascom@mdic.gov.br.

Primeira parte
No dia 12 de setembro, os jornalistas inscritos assistiram a quatro palestras. A secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Lacerda Prazeres, falou sobre a estrutura de sua secretaria, que trata de defesa comercial, produção de estatísticas, incentivo às exportações, apoio ao exportador, negociações internacionais, normas e competitividade. O secretário-executivo da Câmara de Comércio Exterior (Camex), Emilio Garofalo Filho, discorreu sobre a importância da Camex para o comércio exterior brasileiro no atual cenário econômico mundial. O diretor do Departamento de Defesa Comercial (Decom), Felipe Hees, explicou os instrumentos de defesa comercial (antidumping, anticircumvention, medidas compensatórias e salvaguardas) e o diretor do Departamento de Negociações Internacionais (Deint), Daniel Godinho, falou sobre regras de origem, fraude de origem e tarifa externa comum (TEC).

» Programação da segunda etapa do Seminário de Comércio Exterior para Jornalistas (26 de setembro)

  • 9h15 – Lúcia Helena Monteiro de Souza, assessora especial da Camex: Os mecanismos de financiamento às exportações brasileiras
  • 10h – Intervalo
  • 10h20 – Roberto Dantas, diretor do Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior (Depla): Como usar o AliceWeb2 para apurar informações sobre comércio exterior

 

Serviço
Local: Auditório do MDIC - Esplanada dos Ministérios, bloco J, Brasília-DF
Data: 26 de setembro
Horário: 9h15 às 11h30


Outras informações
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03/10/2011

03/10/2011 - Superávit da terceira semana de setembro é de US$ 1,2 bilhão



Brasília (19 de setembro) – A balança comercial da terceira semana de setembro – com cinco dias úteis (12 a 18) - fechou com superávit (diferença entre exportações e importações) de US$ 1,213 bilhão e média diária de US$ 242 milhões. As exportações foram de US$ 5,944 bilhões, com média diária de US$ 1,188 bilhão.

Em relação às vendas externas, a média diária teve um acréscimo de 4,4% em relação à registrada até a segunda semana, em função do aumento de 19% nas exportações de produtos básicos (minério de ferro, milho em grãos, farelo de soja, fumo em folhas e carne de frango e suína). Por outro lado, diminuíram as exportações de manufaturados (-12%) – por causa, principalmente, de autopeças, automóveis de passageiros, polímeros plásticos, aviões, açúcar refinado, veículos de carga e aparelhos para terraplanagem - e de semimanufaturados (-9,1%) - por conta de celulose, óleo de soja em bruto, semimanufaturados de ferro/aço, ouro em forma semimanufaturada e couros e peles.

No que diz respeito às importações, US$ 4,731 bilhões (média diária de US$ 946 milhões), verificou-se aumento de 3% sobre as duas primeiras semanas do mês. A alta é explicada, principalmente, pelo crescimento nos gastos com equipamentos eletroeletrônicos, químicos orgânicos e inorgânicos, adubos e fertilizantes, siderúrgicos e plásticos e obras.

Mês

No acumulado do mês, as exportações chegaram a US$ 12,776 bilhões (média diária de US$ 1,161 bilhão). Na comparação com a média de todo o mês de setembro de 2010 (US$ 896,8 milhões), houve aumento de 29,5%. O índice deve-se ao crescimento das exportações das três categorias de produtos.

Entre os semimanufaturados, aumentaram em 42,9% os embarques de óleo de soja em bruto, semimanufaturados de ferro e aço, ouro em forma semimanufaturada, couros e peles, açúcar em bruto e celulose. Nos básicos, houve elevação de 38,2% nas vendas de soja em grão, milho em grão, fumo em folhas, café em grão, minério de ferro, carne de frango, carne bovina e petróleo.  Já os manufaturados registraram crescimento de 13,7% nas exportações de polímeros plásticos, tratores, máquinas e aparelhos de terraplanagem, veículo de carga, partes de motores para veículos, autopeças e automóveis de passageiros.

Em relação a agosto deste ano (média diária de US$ 1,137 bilhão), as exportações das três primeiras semanas de setembro (média diária de US$ 1,162 bilhão) cresceram 2,1%, devido ao aumento nas vendas de produtos básicos (5,6%). Porém, houve redução nas exportações de semimanufaturados (- 2,6%) e de manufaturados (-0,5%).

No mês, as importações chegaram a US$ 10,244 bilhões e  registraram média diária de US$ 931,3 milhões. Houve aumento de 10,1% em relação à média diária de setembro do ano passado (US$ 845,5 milhões). Neste comparativo, aumentaram os gastos com adubos e fertilizantes (90%), cereais e produtos de moagem (48,3%), plásticos e obras (18,1%), químicos orgânicos e inorgânicos (14,9%), combustíveis e lubrificantes (12,8%), borracha e obras (11,6%), aparelhos eletroeletrônicos (11,4%) e veículos automóveis e partes (10,3%).
            
Já em relação a agosto último (média diária de US$ 968,9 milhões), as importações tiveram retração de 3,9%. Diminuíram as compras de  equipamentos mecânicos (-12,2%), combustíveis e lubrificantes (-7,1%), veículos automóveis e partes (-6,2%) e plásticos e obras (-3,7).

Ano

De janeiro à terceira semana de setembro, o superávit foi de US$ 22,492 bilhões e a média por dia útil, de US$ 125 milhões. O valor é 80,8% maior que o registrado no mesmo período de 2010, na comparação pela média diária. Considerando o mesmo critério comparativo, a corrente de comércio do período também aumentou (28,9%), alcançando os US$ 336,488 bilhões (média diária de US$ 1,879 bilhão) deste ano.

Nas exportações, que foram de US$ 179,490 bilhões (média diária de US$  1 bilhão), o acréscimo foi de 31,3%. Também considerando o mesmo período do ano passado e o resultado médio diário do período, as importações do acumulado deste ano aumentaram 26,3%, chegando a US$ 156,998 bilhões (média diária de US$ 877 milhões.

Acesse a nota com as informações completas da balança comercial da terceira semana de setembro.

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03/10/2011

03/10/2011 - São Paulo, Minas Gerais e Rio lideram exportações em agosto




Brasília (15 de setembro) – São Paulo (US$ 6,265 bilhões), Minas Gerais (US$ 4,115 bilhões), Rio de Janeiro (US$ 3,107 bilhões), Pará (US$ 2,031 bilhões) e Rio Grande do Sul (US$ 1,862 bilhão) fecharam o mês de agosto, nesta ordem, como os cinco estados que mais exportaram. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), que hoje também divulgou a balança comercial por municípios.

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando atingiram US$ 1,559 bilhão, as exportações fluminenses deram um salto expressivo de 99,1%, o maior quando considerados apenas esses cinco estados. As vendas gaúchas tiveram a segunda maior alta, de 35,4%, também na comparação com agosto do ano passado, quando foi registrado US$ 1,374 bilhão. As exportações de São Paulo, que foram de US$ 4,832 bilhões no mesmo mês de 2010, cresceram 29,6%. As vendas externas do Pará (US$ 1,585 bilhão em agosto do ano passado) tiveram alta de 28,1% e as de Minas (que haviam sido de US$ 3,327 bilhões), de 23,6%.

Os estados que mais importaram em agosto foram: São Paulo (US$ 7,990 bilhões), Rio de Janeiro (US$ 1,970 bilhão), Paraná (US$ 1,879 bilhão), Santa Catarina (US$ 1,432 bilhão) e Rio Grande do Sul (US$ 1,425 bilhão).

Minas Gerais, que não aparece na lista dos maiores importadores, apresentou o maior superávit do mês: US$ 2,746 bilhões. Neste quesito, o estado é seguido de Pará (US$ 1,914 bilhão), Rio de Janeiro (US$ 1,136 bilhão), Mato Grosso (US$ 963 milhões) e Espírito Santo (US$ 559 milhões). A lista dos cinco estados que apresentaram o maior déficit do mês é encabeçado por São Paulo, com US$ 1,725 bilhão. Na sequência, aparecem Amazonas (US$ 1,166 bilhão), Santa Catarina (US$ 644 milhões), Pernambuco (US$ 518 milhões) e Maranhão (US$ 397 milhões).

Saldo anual

No ano, Minas Gerais continua a liderar o superávit comercial brasileiro. De janeiro a agosto, os mineiros tiveram saldo positivo de US$ 18,193 bilhões. Pará (US$ 10,636 bilhões), Rio de Janeiro (US$ 7,625 bilhões), Mato Grosso (US$ 6,030 bilhões) e Espírito Santo (US$ 3,18 5 bilhões) completam a lista dos cinco.

Municípios

Quanto aos municípios, Angra dos Reis (RJ), lidera a lista dos maiores exportadores. De janeiro a agosto, a cidade vendeu US$ 10,139 bilhões ao exterior e importou US$ 2,280 bilhões, alcançando o expressivo saldo comercial positivo de R$ 7,859 bilhões.

Parauapebas (PA), segue de perto a cidade fluminense: exportou US$ 7,459 bilhões, importou US$ 222 milhões e teve superávit de US$ 7,234 bilhões. Completam a lista dos maiores exportadores, no acumulado do ano, os seguintes municípios: São Paulo (SP), com US$ 5,582 bilhões; Rio de Janeiro (RJ), com US$ 4,182 bilhões; e Santos (SP), com US$ 3,471 bilhões.

Acesse os dados completos da balança comercial por unidades da federação:


Acesse os dados completos da balança comercial por município:

 
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03/10/2011

03/10/2011 - Encomex Empresarial deve reunir mais de 500 pessoas em Porto Velho




À tarde, serão realizadas as oficinas setoriais e temáticas e um curso sobre os seguintes assuntos:

• Apoio ao Exportador: mecanismos de financiamento;
• Defesa Comercial: mecanismos de combate às práticas desleais de comércio no Brasil;
• Oportunidades comerciais para a China;
• Integração Rondônia – Peru;
• Utilizando Serviços on-line de Comércio Exterior;
• Logística em comércio exterior e os desafios para a exportação;
• Barreiras Técnicas: superando os desafios para acesso aos mercados;
• Barreiras Sanitárias e Fitossanitárias: superando os desafios para acesso aos mercados;
• Ferramentas de Apoio ao Exportador;
• Brasil Global Net: ligando o exportador ao mercado internacional;
• Curso Básico de Exportação – Parte I (Suframa)

Atendimento do MDIC

Durante o Encomex Empresarial, os empresários poderão contar com um balcão de atendimento com técnicos do MDIC para esclarecer dúvidas sobre casos específicos de operações de importações, drawback, cotas e do Novoex (sistema de dados para registros de exportação).

Os atendimentos serão limitados a dez por assunto, respeitada a ordem de inscrição, com tempo máximo de trinta minutos. Para agendar os atendimentos, os empresários que já se inscreveram no Encomex Empresarial devem preencher formulário e encaminhá-lo para o e-mail: encomex@mdic.gov.br.

A programação ainda terá Encontros com Especialistas, organizado pela Apex-Brasil (Rodada das Tradings), com Showroom de Empresas Exportadoras e atendimento aos empresários nos estandes dos bancos parceiros.

O Encomex Empresarial é promovido pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do MDIC, com o apoio do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Ministério das Relações Exteriores (MRE) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

No âmbito estadual, apoiam o evento o Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero), a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Governo do Estado de Rondônia, a Prefeitura de Porto Velho e o Sebrae- RO.

Encomex Empresarial

Esta é a segunda edição do Encomex Empresarial e acontece após o evento que foi realizado entre os dias 3 e 4 de agosto, em Salvador-BA, com participação de mais de 1,2 mil empresários. “A agregação do termo ‘Empresarial’ foi uma decisão tomada em conjunto com os patrocinadores e demais parceiros do evento para enfatizar que o pequeno e o médio empresário são nosso público alvo e que a programação está sendo construída para atender às necessidades deste segmento”, explica Tatiana Lacerda Prazeres.
O evento busca fomentar a cultura exportadora e estimular a participação do empresariado brasileiro no comércio internacional, com a divulgação de informações sobre exportação, apresentando os mecanismos de apoio ao exportador, as oportunidades de negócios e dados referentes à logística e financiamento.
Para conhecer fazer as inscrições e saber mais sobre o Encomex Empresarial, acesse:
www.encomex.mdic.gov.br.
 
Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2027-7936 e 2027-7198
Mara Schuster
mara.schuster@mdic.gov.br

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